Não fique por fora: Tiago Oliva Schietti explica a importância da administradora de consórcio para o seu futuro financeiro

Diego Velázquez
Diego Velázquez
Tiago Oliva Schietti

Segundo o empresário Tiago Oliva Schietti, a administradora de consórcio é a empresa responsável por estruturar, organizar e conduzir os grupos de consórcio do início ao fim de cada ciclo. Entender essa função evita decisões precipitadas na hora de escolher onde investir em busca de um bem. Com isso em mente, a seguir, abordaremos como essa estrutura funciona na prática e por que essa escolha influencia diretamente o resultado do consorciado.

O que faz a administradora de consórcio na formação dos grupos?

Formar um grupo de consórcio exige planejamento técnico e financeiro detalhado. Tiago Oliva Schietti aponta que a administradora de consórcio define o número de cotas, o valor do crédito, o prazo de duração e as regras de contemplação antes mesmo da abertura das vendas ao público. Esse desenho inicial determina o equilíbrio do grupo ao longo dos anos seguintes, já que qualquer erro de cálculo pode comprometer contemplações futuras e gerar insatisfação entre os participantes.

Assim sendo, a fase de formação concentra boa parte do risco operacional do consórcio. Um grupo mal dimensionado, com poucos participantes ou parcelas incompatíveis com a realidade do público-alvo, tende a enfrentar dificuldades de fluxo de caixa logo nos primeiros meses. Por isso, a administradora precisa equilibrar atratividade comercial e sustentabilidade financeira desde o primeiro dia de operação.

Como a administradora de consórcio conduz a gestão diária do grupo?

Depois de formado, o grupo passa a exigir acompanhamento constante e minucioso. A administradora de consórcio arrecada as parcelas, controla a inadimplência, organiza as assembleias de contemplação e assegura que os recursos sejam aplicados conforme o regulamento vigente. Conforme frisa o empresário Tiago Oliva Schietti, essa rotina administrativa é o que garante previsibilidade e segurança para quem já está no grupo. Entre as funções que sustentam essa gestão diária, destacam-se:

  • Cobrança e controle das parcelas mensais;
  • Organização de assembleias de sorteio e lance;
  • Gestão do fundo comum e do fundo de reserva;
  • Fiscalização do uso do crédito pelo contemplado;
  • Comunicação regular com os consorciados sobre o andamento do grupo.

Aliás, essa rotina só funciona quando a administradora mantém processos padronizados e auditáveis ao longo de todo o ciclo. Dessa maneira, sem controle rígido sobre entradas e saídas do fundo comum, o grupo perde solidez e os prazos de contemplação deixam de ser confiáveis para os participantes.

Tiago Oliva Schietti
Tiago Oliva Schietti

Quais responsabilidades legais cabem à administradora de consórcio?

A atividade de consórcio é regulada e fiscalizada pelo Banco Central, o que impõe à administradora obrigações formais de transparência com todos os consorciados, como alude Tiago Oliva Schietti. Ela responde pela prestação de contas do grupo, pela publicação de balancetes periódicos e pelo cumprimento de regras específicas sobre reajuste de parcelas e distribuição de créditos aos participantes contemplados.

Essa camada regulatória funciona como proteção ao consorciado, já que reduz a margem para decisões arbitrárias dentro do grupo. Quando a administradora cumpre rigorosamente essas obrigações, o consórcio se torna uma alternativa mais previsível do que muitas vezes se imagina no mercado de crédito.

Por que a escolha da administradora de consórcio importa tanto?

Nem toda administradora opera com o mesmo padrão de eficiência e organização. Grupos administrados por empresas com histórico consistente tendem a apresentar menos atrasos em contemplações e menor volume de reclamações registradas. Portanto, antes de aderir a um consórcio, vale observar o tempo de atuação da administradora, seu volume de grupos ativos e a taxa de inadimplência histórica registrada nos relatórios.

Essa análise prévia evita boa parte dos problemas relatados por consorciados insatisfeitos com o andamento de seus grupos. Tiago Oliva Schietti salienta que a escolha da administradora, mais do que o valor da parcela, tende a definir a experiência dentro do grupo ao longo dos anos.

O consórcio só funciona se a gestão for sólida

O papel da administradora de consórcio vai muito além de vender cotas a novos interessados. Envolve planejamento técnico na formação do grupo, disciplina na gestão diária e responsabilidade legal perante os consorciados e os órgãos reguladores do setor. Desse modo, entender essa estrutura ajuda o consumidor a avaliar com mais critério antes de assumir um compromisso de médio ou longo prazo. No fim, é essa engrenagem bem administrada que transforma o consórcio em um caminho viável para conquistar um bem.

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